26 de setembro de 2016

Nova chance, a oportunidade de ser feliz.

 Nova chance, a oportunidade para ser feliz
O avanço tecnológico proporcionou acesso ao conhecimento à maior parte da população, bem como, a rápida disseminação das informações possibilitou à pessoas comuns ter voz ativa. A força perdeu espaço para a inteligência, novas profissões surgiram e as oportunidades se multiplicaram. A liberdade de expressão fez com que um maior número de pessoas compartilhasse suas intimidades e com isso mitos foram por água abaixo. Escolhas que antes colocariam pessoas na exclusão social hoje são completamente normais. E nesse contexto está o relacionamento amoroso: casar, casar mais tarde, não ter idade para casar ou não casar passaram a escolhas possíveis e respeitadas. Namorar, não namorar, só ficar, ter sexo casual não denigre mais ninguém. Viajar acompanhado, sozinho, se divertir, ficar em casa, fazer o que se gosta passou a ser valorizado. Alguns leitores vão concordar e pensar “realmente o mundo mudou muito”, outros pensarão “mas já é assim faz tempo”. E outros mais novos questionarão “o mundo não foi sempre assim?"

19 de setembro de 2016

Liderando pela autoridade e não pelo poder

 Liderando pela autoridade e não pelo poder
As pessoas na sua maioria querem fazer parte de algo especial, seja no lazer, na família ou no trabalho. E não se alcança tal situação sem esforço e sem dedicação. Isto aumenta a responsabilidade do líder, é primordial que as pessoas que exerçam algum tipo de liderança o façam exigindo excelência, para que as pessoas por ela lideradas façam o melhor de si. Com o passar do tempo os liderados irão perceber que construíram algo significativo e vão se orgulhar disso. Ninguém sai melhor de um trabalho em que não lhe foi exigido nada, que não pode demonstrar o que sabe, nem precisou aprender nada para fazer o que foi solicitado. É fundamental que se reconheça útil e muitas vezes realizadas.

12 de setembro de 2016

Dicas sobre educação infantil

 Dicas sobre educação infantil
Após a publicação do texto da semana passada “A importância dos limites na educação”, houve diversas manifestações solicitando dicas de como os pais deveriam proceder. Dessa forma, vou apresentar um direcionamento importante na educação dos filhos, este baseado em teoria e estudos sobre o desenvolvimento humano e depois vou citar uma dica prática de como lidar com disputas entre irmãos.

6 de setembro de 2016

A importância dos limites na educação

Lendo um texto sobre como desvirtuar a educação de uma criança, dois pontos me chamaram bastante atenção. O primeiro “comece na infância a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem a obrigação de lhe dar tudo o que deseja.” O apelo comercial dos dias de hoje, fazem com que os pais sem firmeza e esclarecimento cedam aos desejos dos filhos, passem a comprar tudo, mesmo que para isso se sacrifiquem. O fazem para agradar, para evitar birra, ou mesmo para não escutá-lo chorar, sem se darem conta do futuro do filho e da armadilha que estão montando para si próprios. Muitos entendem que os filhos assim agem porque são crianças e com o simples passar do tempo se tornarão adolescentes maduros e compreenderão os pais. Ledo engano, ninguém amadurece sem limites, sem compreender a conseqüência dos seus atos, sem vivenciar que o mundo não gira ao seu redor.

29 de agosto de 2016

Quando a saudade bate forte

As vezes a saudade bate forte no coração, para isso, basta ouvir uma estrofe de determinada música, sentir uma fragrância, ver um ambiente ou um objeto, é como se o tempo não tivesse passado. Imediatamente se revive o que já deveria estar esquecido, mas que teima em surgir e luta para se manter no presente. As imagens se formam, alternam em boas lembranças e situações que nunca existiram, mas que foram desejadas. Mas em nenhum momento o tempo passa nas lembranças, visto que a saudade impede o envelhecimento nas imagens formada das pessoas. Todos se mantém com a mesma idade e o corpo da época e então: a saudade.

23 de agosto de 2016

Arrogância e solidão

Numa pequena comunidade viviam em harmonia duas amigas; a “MaisBella” e a “MaisLinda”. Além de serem as mulheres mais bonitas, eram amigas inseparáveis e cortejadas por todos os homens. Diariamente trocavam confidências e conversavam sobre todas as cantadas que recebiam. Os homens se apaixonavam e se declaravam. Porém por mais apaixonados que estivessem seus sentimentos apenas roçavam os corações das duas belas. Por sua vez elas os olhavam com firmeza e os capturavam na fragilidade de suas paixões. Por anos esse desprezo pelos pretendentes se manteve, no entanto no final de uma tarde ensolarada tudo isso mudou.

15 de agosto de 2016

Perdas Financeiras e Suicídio

Durante vinte anos, um empresário acumulou riquezas, mas não desfrutou tanto quanto seus filhos. Estes sim eram ricos: viajaram, hospedaram-se em bons hotéis e pagaram camarote para os amigos nas baladas. Bem como sua esposa também soube usufruir da riqueza e diferenciou dos anos de privações no início do casamento. Por muitos anos o empresário viveu diferente da sua família, por mais que acumulava, vivia com poucos recursos. Só usufruiu o que construiu porque sua esposa organizava as férias, as festas e os finais de semana quando estava em casa. Seu foco sempre foi o trabalho. E por que viveu assim? Para fugir da pobreza e não para se tornar rico. Assim o fez, seguindo o que escutou na infância: “caso não estudasse ficaria com subemprego”.
Diante dos outros se apresentava mais como o que possui bens do que pela sua pessoa. Ficava inseguro diante de pessoas com mais posses, sentia-se diminuído diante da maior parte dos amigos. Mesmo escutando que ele era uma excelente pessoa e percebendo que as pessoas gostavam dele, não conseguia acreditar e utilizava a riqueza como escudo social. Até que veio uma crise financeira, não conseguiu segurar os negócios e faliu. Foi um golpe tão duro que sua personalidade ruiu e consequentemente perdeu o equilíbrio emocional. A esposa entendeu a situação e procurou consolar o marido, mas ele como empresário sentiu-se fracassado e pessoalmente não se via encarando os amigos sem seu escudo social.
Não aceitou sua nova realidade, a única forma que se via era alicerçado no dinheiro e para salvar sua personalidade quis interromper o seu processo de pobreza e viu no suicídio uma forma de salvar-se. Uma forma equivocada, pois além de não resolver seus problemas, só virá mais à tona o motivo que o levou a cometer esse ato. Mas no desespero essa atitude aparece como alternativa. E infelizmente essa escolha ainda é bastante comum.
Nesse tipo de problema o processo de psicoterapia vai trabalhar a ressignificação do passado, compreendendo como foi sua educação e valores morais que trouxe para tomar as decisões em sua vida e mostrar a importância de construir o seu “Ser” mais do que o “Ter”. A riqueza precisa ser uma consequência da construção saudável do seu Ser e não uma fuga e um escuto contra a pobreza. Dessa forma a psicoterapia possibilitará o paciente tomar um outro ponto de vista sobre sua vida e voltar a construí-la.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449


A Viver – Atividades em Psicologia desenvolveu programas psicoterapêuticos que possibilitam ser trabalhados em grupos e individual.
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8 de agosto de 2016

Realização pessoal, como alcançar.

Caro leitor, no artigo Beleza e o relacionamento amoroso citei que: “A psicologia identificou que toda pessoa, desde pequena, forma um Projeto de Ser Determinada Pessoa no Mundo e busca durante sua vida realizá-lo. Quando identifica que a pessoa que está se relacionando amorosamente é importante para realização do seu projeto, tende a sentir-se mais próximo e a manter laços.” Mas você pode se perguntar "como identificar qual meu Projeto de Ser? E por que isso é importante?"

1 de agosto de 2016

Trinta minutos para pensar em si

Quando foi a última vez que você parou para pensar em si? Faço frequentemente essa pergunta aos meus pacientes e a resposta mais comum é: “não lembro quando parei e refleti sobre a minha vida”. Isso mostra o quanto as pessoas não param para refletir sobre suas relações, tarefas, objetivos e trabalhos. No máximo, lamentam determinado infortúnio. Então, faço o seguinte questionamento: você percebe que não pensar em sua própria vida é permitir ser comandada pelo outro, mas sem deixar de ser responsável? E geralmente a resposta é negativa. O interessante é que nos alimentamos, escovamos os dentes, nos lavamos, cuidamos dos bens, etc., mas pensamos muito pouco em nós mesmos. Falo isso porque a falta de tempo é a justificativa mais comum.

25 de julho de 2016

Mudar para ser feliz

O relacionamento amoroso apresenta diversos perfis, alguns muito agradáveis, como carinho, atenção e perceber que contribui para a vida e felicidade da pessoa amada; mas também apresenta pontos doloridos, como ciúmes, saudades, desavenças e mudanças que se fazem necessárias. No artigo intitulado “Não mude a essência” foi apontado o quanto é difícil alterar o modo de ser que está arraigado na constituição da personalidade. Porém é possível mudar pequenas atitudes do dia-a-dia que influenciam negativamente no relacionamento.
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