28 de agosto de 2015

Início de Relacionamento na Era das Redes Sociais

Início de Relacionamento na Era das Redes Sociais Psicólogo Flávio de MeloOs últimos anos foram marcados por mudanças significativas nos comportamentos humanos voltados para o relacionamento amoroso e as redes sociais tiveram um papel preponderante nesse aspecto. A ampliação de possibilidades de novos relacionamentos teve um crescimento exponencial, bem como os dissabores. Desenvolverei cinco artigos sobre o tema: início de relacionamento na era das redes sociais; desenvolvimento do namoro com ajuda digital; traição on-line; solucionando a crise motivada pelas redes sociais; término por mensagem. Esse conjunto de texto estará no blog Viver - Atividades em Psicologia.

21 de agosto de 2015

O Caçador e o Romântico


O Caçador e o Romântico Psicólogo Flávio de MeloNeste texto será exposto o encontro entre um casal em que um deles tem características de caçador ativo, que vai atrás, se impõe, procura ocupar o máximo de espaço da relação, e o outro, romântico, calmo, deixando o outro ocupar os espaço em muitas das situações, porém ativo nas ações românticas. As características independem do sexo. São vinculadas à personalidade. Esse conflito é mais comum nas relações amorosas do que se imagina e engana-se quem pensa que já sabe o desfecho.

14 de agosto de 2015

O Carente e o "eu te amo"

O Carente e o eu te amo Psicólogo Flávio de MeloO que mais caracteriza a pessoa carente é a falta que sente de um amor, uma atenção, um carinho. De querer saber que pode ser amada quando, na maioria das vezes, se sente insegura quanto à conquista e à manutenção de uma relação, mesmo sentindo que é merecedora de um bom relacionamento amoroso. Essa mistura gera uma esperança ingênua. Não está mais atrás de um príncipe ou de uma princesa encantada, mas de alguém que supra essas faltas.

O problema é a ansiedade de que isso ocorra logo e a falta de cuidado em conhecer a outra pessoa. Quando se percebe que aquela pessoa não se enquadra nas esperanças já criadas, o carente entende que as esperanças estão equivocadas, tentando recriá-las para que se encaixem na personalidade do outro. Com essa atitude, torna-se alvo fácil de quem quer apenas se aproveitar da situação. Um “oi” direcionado a um carente tem seu significado amplificado, já o enche de esperança. Imaginem o estrago que não faz um “eu te amo!”. É quase a assinatura da escritura do seu coração.

7 de agosto de 2015

Dar uma chance


Dar uma chance Psicólogo Flávio de MeloÉ bem comum ao casal de amantes depois de iniciar uma reconciliação dizer que vão dar uma chance ao outro, mas muitas vezes não sabem como fazer e acabam criando barreiras e por vezes impossibilitando o amor. Naturalmente se estão se reconciliando é porque já houve motivos para um término e os mesmos ficam como fantasmas nessa nova etapa. Chegam a tomar mais tempo e espaços nos pensamentos em relação ao outro do que realmente o outro como pessoa real ao seu lado. Em vez de criar um ambiente de chance, cria-se um ambiente de desconfiança e por vezes trás os episódios do passado para o meio da relação contaminando a aproximação.
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