30 de outubro de 2015

Recomeçar

Chega um dia que a pessoa descobre que está na hora de recomeçar sua vida amorosa, interrompida por algum motivo, seja por vontade própria, pelo outro, por morte do cônjuge ou por circunstâncias da vida. Não importando o motivo, a pessoa sofreu uma perda e cada pessoa lida de uma forma. Por carência, algumas voltam logo a se relacionar. Outras por maturidade procuram curtira si mesmo antes de voltar a ficar. O medo também entra como ingrediente, medo de não ser mais amada, de voltar a sofrer, de não saber escolher pessoas que lhe realizem. O que mais escuto no consultório é antecipar que vai ser chato conhecer outra pessoa, saber quem é, seus gostos, coisas boas e ruins, e também se mostrar ao outro. Mas esquecem que, quando se apaixonam, novamente tudo parece ser maravilhoso, tanto conhecer, como se mostrar.

23 de outubro de 2015

Saber escolher

Saber escolher - Flávio Melo Ribeiro
Em alguns períodos, preferimos ficar sozinhos, curtindo a nós mesmos e aproveitando novas atividades. No fundo, sempre somos nossas próprias companhias. Assim, é melhor gostar de si. Porém, em outros períodos, a convivência com outro é essencial. Então vem o questionamento: existe uma pessoa certa? Quem nunca escolheu uma pessoa “errada” e sofreu com as consequências?

16 de outubro de 2015

A Depressão e o Namoro

A depressão é um dos estados emocionais que vem aumentando em número e em gravidade na população mundial. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 2020 e 2030, a depressão será a doença mais comum do mundo. Atualmente ela atinge mais de 121 milhões de pessoas. É um problema que afeta todas as relações da pessoa, porém esse artigo tratará da relação do depressivo com quem este namora, identificando de que maneira afeta negativamente o dia-a-dia do casal e possíveis alternativas para contornar e superar problemas causados por atitudes inadequadas. O termo “namoro” utilizado nesse texto corresponde a todas as formas de relacionamento amoroso.

9 de outubro de 2015

Em busca da liberdade no relacionamento a dois

Aqui será abordada a liberdade de querer escolher o outro para namorar, de sentir-se livre vivendo junto a companhia do outro. Usualmente fala-se em liberdade quando se está sozinho, ou quando há espaço na relação para sair só e poder ficar com outras pessoas. Em contrapartida, é apontado que namorar é o fim do jogo, a prisão, a perda da liberdade. Mas é comum esse tipo de pensamento vir de pessoas imaturas para se conviver num projeto a dois. 

Profissionalmente, me deparei com diversos pacientes que apresentavam dificuldade em relacionar-se por um longo período de tempo sem sentir-se incomodado com a falta de liberdade.Questionavam o que estavam fazendo naquela relação, por que se incomodavam com a presença do outro. Mas ao mesmo tempo se envolviam, sentiam-se atraídas e viviam a sexualidade com plenitude. Essas contradições as confundiam. Gosto ou não gosto do outro? Vale a pena ficar ou não? E imediatamente colocavam em lados opostos da balança a continuação da relação e a escolha da liberdade.

2 de outubro de 2015

Término por Mensagem

Este é o último artigo da série Relacionamento Amoroso On-line. Os demais você encontra no blog viveratividadesempsicologia.blogspot.com. Já vimos como o relacionamento amoroso iniciou, se desenvolveu, entrou em crise e superou, mas às vezes o ciclo finda e ocorre o rompimento. Este artigo aborda o término realizado por mensagem, seus lados negativo e positivo.

Término por Mensagem Psicólogo Flávio Melo RibeiroO bom senso precisa prevalecer na escolha da maneira de terminar um relacionamento amoroso, pois está em jogo a sua libertação do sentimento que os unia e poder abrir-se a novas oportunidades. Caso o término gere raiva, você ficará preso ao outro, pois quando se tem raiva é de algo ou alguém, então, em vez de se libertar, vai se enredar ao outro. Mesmo as pessoas que tomaram a iniciativa de terminar ficam presas aos outros. E isso é mais comum do que parece.
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