21 de dezembro de 2015

Não quero mais.

Não quero mais
Tem pessoas honestas que conseguem dizer “não quero mais, percebo que estou lhe fazendo sofrer com a minha indiferença e estou sofrendo porque esse relacionamento não está me gratificando”. É ruim para quem escuta, pois logo pensa: “Como não gosta mais de mim? Deixou de gostar ou nunca gostou?” Há pessoas que levam dias, meses, anos para assimilar tal perda. Nesse caso o tempo é amigo, cura as dores e seca as chagas que a indiferença deixou na sua alma. Um dia entende que o outro foi leal, honesto e o libertou de um relacionamento que não beneficiaria nenhum dos dois. Para entender melhor, leia Superando Rompimentos Amorosos.
Mas este artigo não é direcionado a quem ficou sofrendo com o término proporcionado pelo outro, mas para quem tomou a iniciativa. Pois este também sofreu para tomar a decisão. Geralmente, esta vem sendo anunciada já com alguns meses de antecedência. São pequenas insatisfações, vontade de ficar sozinho, preferência pela companhia dos amigos. Passa a cuidar mais do corpo, trata de ficar mais bonito. No fundo está se preparando para ficar novamente solteiro. Não faz de caso pensado, mas espontaneamente opta por atividades que levam apenas a si em consideração. Percebe que ainda gosta de quem está se relacionando, mas não o suficiente para construir algo mais sério. Quando esta percepção passa a incomodar, a ideia de término se faz presente com mais frequência. Vai depender de cada um a escolha do momento para terminar o relacionamento. O que mais me relatam é que as pessoas ficaram uma noite inteira sem dormir pensando nessa situação. No clarear do dia a decisão já está tomada e a comunicação ao outro é uma questão de oportunidade.

Ao terminar o relacionamento a pessoa está se libertando e oportunizando aproveitar o que o mundo tem a oferecer de melhor. Passa a viver a liberdade que almejou, tende a ficar mais seguro e circula com mais desenvoltura nos ambientes que frequenta. Passa a fazer as atividades que gosta com mais frequência e, com isso, sentir mais prazer na vida.
Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449


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