26 de dezembro de 2016

Dicas de metas realizáveis

 Dicas de metas realizáveis
A virada do ano está próxima e um novo ciclo se inicia: 365 dias para realizar os sonhos. Mas como faze-los de uma forma que possam ser realizáveis e evitar as armadilhas do dia-a-dia? Os afazeres do cotidiano e os cenários adversos nos faz focar nas situações urgentes fazendo com que esquecemos dos planos idealizados. Mas alguns cuidados podem ser tomados.

20 de dezembro de 2016

Natal: Felicidades para alguns, tristeza para outros!

 Natal
Natal, data comemorativa do aniversário de Cristo e momento festivo nas famílias cristã, movimenta toda a sociedade, desde comércio, aproximação dos amigos e parentes. Época em que as pessoas se cobram estar felizes e apresentam comportamentos fraternos. As ruas estão mais bem cuidadas e bonitas, as vitrines estão mais iluminadas, escuta-se músicas natalinas por todos os lados e as pessoas ansiosas circulam com mais energia organizando as festas e esperando o grande dia.

12 de dezembro de 2016

Dicas para evitar o estresse.

 Dicas para evitar o estressa
No artigo “Cuidado com o estresse de fim de ano”, publicado semana passada, vimos que o estresse é uma resposta “positiva” do organismo diante de situações de perigo, preparando o mesmo para luta ou fuga. Também foi apontado o quanto o estresse, por dar energia ao organismo, camufla doenças e a baixa imunidade e quando a pessoa relaxa e sai do estresse fica suscetível a infecções oportunistas, dores pelo corpo e contraturas musculares. Agora vamos ver como evitar de se manter em estresse continuado.

6 de dezembro de 2016

Cuidado com o estresse de fim de ano

Nas férias as pessoas, na sua maioria, descansam e se divertem, mas existe uma parcela da população que por serem acometidos pelo estresse do trabalho reagem de outra forma e relatam que nas férias já ficaram doentes: ocorrem contratura muscular na região lombar, resfriados e acometidos por infecções. Consequentemente não conseguiram aproveitar o período para se divertir e descansar. Isto geralmente está ligado ao relaxamento diante do fim do estresse que estavam envolvidos. Parece estranho, logo que relaxam ficam doentes e sob estresse estavam com relativa saúde. Vamos entender o que acontece.

29 de novembro de 2016

Projeto Interrompido.

 Projeto Interrompido
Numa tragédia como essa do time da Chapecoense, que num instante dizimou um grupo de jogadores, juntamente com jornalistas que cobririam a final da Copa Sul-Americana, o que dizer aos familiares que ficam e se questionam o porquê? Como conviver com essa dor? A morte interrompeu os projetos de quem estava na aeronave, bem como dos familiares e de toda uma torcida que se identificava com o time, sua postura, sua garra; que pelas vitórias inspirava muita gente nas suas conquistas pessoais e profissionais. O futebol não é apenas um esporte, é uma batalha travada num campo delimitado, que representa uma guerra e transmite euforia, angustia e tristeza, todas misturadas. Não é apenas um esporte, é uma emoção que transborda e ultrapassa as fronteiras do campo, refletindo no dia-a-dia do torcedor.

21 de novembro de 2016

O Nascimento Existencial.

 O Nascimento Existencial.
Os estudos longitudinais da personalidade, os que acompanham as crianças desde o nascimento por vários anos, apontam às seguintes características: para entende-las com facilidade vamos seguir o exemplo de gêmeos.

Esses estudos perceberam diferenças de comportamento entre as crianças. Às vezes uma é alegre e vive sorrindo; a outra é séria e pouco se relaciona. Essas características são constitutivas da própria criança e influenciam o próximo passo.


7 de novembro de 2016

Escolha Profissional.

 Escolha Profissional
A psicologia apresenta várias atividades, dentre elas a Orientação Profissional. Esta é voltada para orientar pessoas, principalmente jovens, na sua escolha diante das diversas profissões. Busca alinhar as características pessoais, seu projeto de vida com as das profissões e suas possibilidades, identificando possível realização pessoal no futuro.

1 de novembro de 2016

Ansiedade e a sexualidade feminina

 Ansiedade e sexualidade feminina
No artigo da semana passada vimos o quanto o medo e consequentemente a ansiedade atrapalham a plena vida sexual dos homens e agora vemos como isso ocorre nas mulheres. Primeiramente é importante identificar que hoje em dia existem mulheres de diversas faixas etárias convivendo em conjunto, porém com educações e experiências de vidas diferentes, mas que influenciam nas suas respectivas personalidade. Por exemplo, uma mulher com 65 anos de idade, nasceu na década de 50 do século XX, e caso tenha sido numa cidade do interior, esta provavelmente não tinha asfalto nas estradas que ligavam aos grandes centros urbanos, contribuindo dessa forma que sua educação ficasse restrita a sua comunidade. E também não teve televisão na sua infância e as morais vigentes eram bastante rígidas. Uma mulher dos seus 45 anos já nasceu na década de 70 do século XX, pós movimento hippie e da liberdade sexual, mas ainda com valores de repressão a sexualidade feminina na maior parte da sociedade. Já as mulheres com seus atuais 20 anos, já foram criadas por pais que desejaram e viveram uma maior liberdade sexual e não querem reprimir seus filhos. Consideram normal as filhas se relacionarem sexualmente. Preocupam-se com possível violência, promiscuidade, doenças e controle de natalidade, mas não mais uma proibição do relacionamento sexual.

Com essas informações prévias podemos entrar no assunto da ansiedade e sexualidade feminina. Como a educação e vivência influenciam diretamente a decisão e a emoção sentida, as novas experiências sofrerão um “preconceito”. Tanto que escuto de mulheres na faixa dos seus cinquenta anos, recém separaram de um relacionamento que iniciou na juventude e com experiência sexual de um único parceiro, que se sentiram virgens quando reiniciaram suas vivências sexuais. Relatam que viveram experiências até então novas que não sabiam como se posicionar e agir. E nesse período transitório sentiam ansiedade e consideravam que não corresponderiam ao parceiro. Mas depois de vivenciarem diversos parceiros, passaram a sentir-se “experientes” e a ansiedade sumiu.

Quanto mais aberta é a educação e consequentemente o número de informações, bem como a diminuição de preconceitos quanto a mulher viver sua sexualidade, menor é o número de queixa quanto viver ansiedade diante do ato sexual.


Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449


A Viver – Atividades em Psicologia desenvolveu programas psicoterapêuticos que possibilitam ser trabalhados em grupos e individual.
flavioviver@gmail.com (48) 9921-8811 (48) 3223-4386
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24 de outubro de 2016

Ansiedade e a sexualidade masculina

 Ansiedade e a sexualidade masculina
Em outro artigo vimos que a insegurança e o medo atrapalham na constituição da relação amorosa, hoje vamos ver como interfere na relação sexual.

A queixa que aparece no consultório é de ansiedade: e na perspectiva dos homens, reclamam de ejaculação precoce ou impotência. Não há dúvida que vivem ansiedade: na descrição aparece nervosismo, taquicardia, respiração ofegante, tensão muscular, as vezes suor frio e vontade que toda a situação acabe logo para cessar o sofrimento. Mas a origem do problema não é a ansiedade, esta já é uma consequência. Então qual é a causa?

17 de outubro de 2016

O medo destrói as relações amorosas

 O medo destrói as relações amorosas
Nesses anos todos como psicólogo clinico presenciei o fracasso de diversas relações amorosas, causado pelo medo. Para entender esse fenômeno é importante entender a emoção medo e o quanto ela atrapalha ou ajuda dependendo da dosagem. Por fim vou expor dicas de como evitar esse problema.

10 de outubro de 2016

Subjetividade Humana.

Semana passada vimos que o ser humano se relaciona com o mundo através de três formas de consciência: percepção, imaginação e reflexão. Entenda melhor lendo o artigo “Como atua a consciência?”. No texto de hoje veremos o que é subjetividade e por que é tão importante entender isso para o seu dia-a-dia.

3 de outubro de 2016

Como atua a consciência?

 Como atua a consciência.
Nesse último ano escrevi mais de sessenta artigos sobre as relações entre pessoas, principalmente relacionamento amoroso e depressão, agora no mês de outubro escreverei sobre a estrutura psicológica. Os textos possibilitarão ao leitor aprofundar aspectos da psicologia. Esse primeiro abordará a consciência.

26 de setembro de 2016

Nova chance, a oportunidade de ser feliz.

 Nova chance, a oportunidade para ser feliz
O avanço tecnológico proporcionou acesso ao conhecimento à maior parte da população, bem como, a rápida disseminação das informações possibilitou à pessoas comuns ter voz ativa. A força perdeu espaço para a inteligência, novas profissões surgiram e as oportunidades se multiplicaram. A liberdade de expressão fez com que um maior número de pessoas compartilhasse suas intimidades e com isso mitos foram por água abaixo. Escolhas que antes colocariam pessoas na exclusão social hoje são completamente normais. E nesse contexto está o relacionamento amoroso: casar, casar mais tarde, não ter idade para casar ou não casar passaram a escolhas possíveis e respeitadas. Namorar, não namorar, só ficar, ter sexo casual não denigre mais ninguém. Viajar acompanhado, sozinho, se divertir, ficar em casa, fazer o que se gosta passou a ser valorizado. Alguns leitores vão concordar e pensar “realmente o mundo mudou muito”, outros pensarão “mas já é assim faz tempo”. E outros mais novos questionarão “o mundo não foi sempre assim?"

19 de setembro de 2016

Liderando pela autoridade e não pelo poder

 Liderando pela autoridade e não pelo poder
As pessoas na sua maioria querem fazer parte de algo especial, seja no lazer, na família ou no trabalho. E não se alcança tal situação sem esforço e sem dedicação. Isto aumenta a responsabilidade do líder, é primordial que as pessoas que exerçam algum tipo de liderança o façam exigindo excelência, para que as pessoas por ela lideradas façam o melhor de si. Com o passar do tempo os liderados irão perceber que construíram algo significativo e vão se orgulhar disso. Ninguém sai melhor de um trabalho em que não lhe foi exigido nada, que não pode demonstrar o que sabe, nem precisou aprender nada para fazer o que foi solicitado. É fundamental que se reconheça útil e muitas vezes realizadas.

12 de setembro de 2016

Dicas sobre educação infantil

 Dicas sobre educação infantil
Após a publicação do texto da semana passada “A importância dos limites na educação”, houve diversas manifestações solicitando dicas de como os pais deveriam proceder. Dessa forma, vou apresentar um direcionamento importante na educação dos filhos, este baseado em teoria e estudos sobre o desenvolvimento humano e depois vou citar uma dica prática de como lidar com disputas entre irmãos.

6 de setembro de 2016

A importância dos limites na educação

Lendo um texto sobre como desvirtuar a educação de uma criança, dois pontos me chamaram bastante atenção. O primeiro “comece na infância a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem a obrigação de lhe dar tudo o que deseja.” O apelo comercial dos dias de hoje, fazem com que os pais sem firmeza e esclarecimento cedam aos desejos dos filhos, passem a comprar tudo, mesmo que para isso se sacrifiquem. O fazem para agradar, para evitar birra, ou mesmo para não escutá-lo chorar, sem se darem conta do futuro do filho e da armadilha que estão montando para si próprios. Muitos entendem que os filhos assim agem porque são crianças e com o simples passar do tempo se tornarão adolescentes maduros e compreenderão os pais. Ledo engano, ninguém amadurece sem limites, sem compreender a conseqüência dos seus atos, sem vivenciar que o mundo não gira ao seu redor.

29 de agosto de 2016

Quando a saudade bate forte

As vezes a saudade bate forte no coração, para isso, basta ouvir uma estrofe de determinada música, sentir uma fragrância, ver um ambiente ou um objeto, é como se o tempo não tivesse passado. Imediatamente se revive o que já deveria estar esquecido, mas que teima em surgir e luta para se manter no presente. As imagens se formam, alternam em boas lembranças e situações que nunca existiram, mas que foram desejadas. Mas em nenhum momento o tempo passa nas lembranças, visto que a saudade impede o envelhecimento nas imagens formada das pessoas. Todos se mantém com a mesma idade e o corpo da época e então: a saudade.

23 de agosto de 2016

Arrogância e solidão

Numa pequena comunidade viviam em harmonia duas amigas; a “MaisBella” e a “MaisLinda”. Além de serem as mulheres mais bonitas, eram amigas inseparáveis e cortejadas por todos os homens. Diariamente trocavam confidências e conversavam sobre todas as cantadas que recebiam. Os homens se apaixonavam e se declaravam. Porém por mais apaixonados que estivessem seus sentimentos apenas roçavam os corações das duas belas. Por sua vez elas os olhavam com firmeza e os capturavam na fragilidade de suas paixões. Por anos esse desprezo pelos pretendentes se manteve, no entanto no final de uma tarde ensolarada tudo isso mudou.

15 de agosto de 2016

Perdas Financeiras e Suicídio

Durante vinte anos, um empresário acumulou riquezas, mas não desfrutou tanto quanto seus filhos. Estes sim eram ricos: viajaram, hospedaram-se em bons hotéis e pagaram camarote para os amigos nas baladas. Bem como sua esposa também soube usufruir da riqueza e diferenciou dos anos de privações no início do casamento. Por muitos anos o empresário viveu diferente da sua família, por mais que acumulava, vivia com poucos recursos. Só usufruiu o que construiu porque sua esposa organizava as férias, as festas e os finais de semana quando estava em casa. Seu foco sempre foi o trabalho. E por que viveu assim? Para fugir da pobreza e não para se tornar rico. Assim o fez, seguindo o que escutou na infância: “caso não estudasse ficaria com subemprego”.
Diante dos outros se apresentava mais como o que possui bens do que pela sua pessoa. Ficava inseguro diante de pessoas com mais posses, sentia-se diminuído diante da maior parte dos amigos. Mesmo escutando que ele era uma excelente pessoa e percebendo que as pessoas gostavam dele, não conseguia acreditar e utilizava a riqueza como escudo social. Até que veio uma crise financeira, não conseguiu segurar os negócios e faliu. Foi um golpe tão duro que sua personalidade ruiu e consequentemente perdeu o equilíbrio emocional. A esposa entendeu a situação e procurou consolar o marido, mas ele como empresário sentiu-se fracassado e pessoalmente não se via encarando os amigos sem seu escudo social.
Não aceitou sua nova realidade, a única forma que se via era alicerçado no dinheiro e para salvar sua personalidade quis interromper o seu processo de pobreza e viu no suicídio uma forma de salvar-se. Uma forma equivocada, pois além de não resolver seus problemas, só virá mais à tona o motivo que o levou a cometer esse ato. Mas no desespero essa atitude aparece como alternativa. E infelizmente essa escolha ainda é bastante comum.
Nesse tipo de problema o processo de psicoterapia vai trabalhar a ressignificação do passado, compreendendo como foi sua educação e valores morais que trouxe para tomar as decisões em sua vida e mostrar a importância de construir o seu “Ser” mais do que o “Ter”. A riqueza precisa ser uma consequência da construção saudável do seu Ser e não uma fuga e um escuto contra a pobreza. Dessa forma a psicoterapia possibilitará o paciente tomar um outro ponto de vista sobre sua vida e voltar a construí-la.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449


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8 de agosto de 2016

Realização pessoal, como alcançar.

Caro leitor, no artigo Beleza e o relacionamento amoroso citei que: “A psicologia identificou que toda pessoa, desde pequena, forma um Projeto de Ser Determinada Pessoa no Mundo e busca durante sua vida realizá-lo. Quando identifica que a pessoa que está se relacionando amorosamente é importante para realização do seu projeto, tende a sentir-se mais próximo e a manter laços.” Mas você pode se perguntar "como identificar qual meu Projeto de Ser? E por que isso é importante?"

1 de agosto de 2016

Trinta minutos para pensar em si

Quando foi a última vez que você parou para pensar em si? Faço frequentemente essa pergunta aos meus pacientes e a resposta mais comum é: “não lembro quando parei e refleti sobre a minha vida”. Isso mostra o quanto as pessoas não param para refletir sobre suas relações, tarefas, objetivos e trabalhos. No máximo, lamentam determinado infortúnio. Então, faço o seguinte questionamento: você percebe que não pensar em sua própria vida é permitir ser comandada pelo outro, mas sem deixar de ser responsável? E geralmente a resposta é negativa. O interessante é que nos alimentamos, escovamos os dentes, nos lavamos, cuidamos dos bens, etc., mas pensamos muito pouco em nós mesmos. Falo isso porque a falta de tempo é a justificativa mais comum.

25 de julho de 2016

Mudar para ser feliz

O relacionamento amoroso apresenta diversos perfis, alguns muito agradáveis, como carinho, atenção e perceber que contribui para a vida e felicidade da pessoa amada; mas também apresenta pontos doloridos, como ciúmes, saudades, desavenças e mudanças que se fazem necessárias. No artigo intitulado “Não mude a essência” foi apontado o quanto é difícil alterar o modo de ser que está arraigado na constituição da personalidade. Porém é possível mudar pequenas atitudes do dia-a-dia que influenciam negativamente no relacionamento.

18 de julho de 2016

Beleza e o relacionamento amoroso

Anos atrás fui convidado à realizar um workshop de relacionamento amoroso numa universidade do interior de Santa Catarina, num evento denominado semana da psicologia, nesse evento apresentei como fio condutor da palestra a importância de um relacionamento amoroso proporcionar condições para que o outro seja feliz e com isso criar um ambiente propício a sua própria felicidade. Em determinado momento veio a discussão sobre a beleza e o quanto isso era levado em consideração numa relação amorosa.

11 de julho de 2016

Filho homossexual, como lidar?

Nas duas últimas semanas foram publicados os textos em que os filhos comunicam aos seus pais sua orientação sexual pela homossexualidade e como a geração dos pais lida com essa situação. Mas como os pais podem lidar na prática com seus filhos quando esses assumem a homossexualidade?

5 de julho de 2016

Orientação sexual, uma escolha?

Por um período de quase três décadas como psicólogo acompanhei uma mudança muito grande na cultura e relações sociais quanto a aceitação ou não da homossexualidade. Atualmente, as gerações mais novas aceitam com tranquilidade, e veem as relações entre o mesmo sexo como uma das possíveis relações que eles ou os amigos podem vir a ter. Mas vivemos num mundo com diversas gerações que constituem com força a moral e os costumes de uma mesma época e consequentemente geram conflito. Esse embate aparece, mesmo quando há aceitação de um mesmo fato, pois ele é analisado e compreendido por ponto de vistas diferentes. Essas divergências tendem ao isolamento das posições, não ajudando a superação. E como ficam os pais, citados no artigo de semana passada, diante da escolha por parte do seu filho da homossexualidade como orientação sexual?

27 de junho de 2016

Meu filho assumiu que é gay, o que faço?

 Meu filho assumiu que é gay
Nessas quase três décadas como psicólogo percebi que em algum momento de suas vidas, os jovens homossexuais, que tinham escolhido tal opção para relacionamentos casuais ou duradouros se depararam com uma situação comum: como contar aos pais que eram e tinham assumido a homossexualidade. Os preconceitos, medos, inseguranças, vinham à tona antes de contar, e a angustia tomava conta nas semanas anteriores, mas havia um alívio depois da conversa. Esse alívio não significava necessariamente a paz. Mas como ficam os pais nessa história? Primeiro que já existe uma diferença de projetos de vida, enquanto o filho busca aceitação por parte dos pais com intuito de viver o que deseja, seus pais até então viviam um projeto de configuração familiar pré-estabelecido, antes mesmo dos seus filhos nascerem. O filho, por sua vez considera isso um absurdo e aponta que os pais não podem desejar algo que implica na liberdade dele, buscam, dessa forma, uma justificativa para sua liberdade.

20 de junho de 2016

Início de namoro

 Inicio de namoro - Flavio Melo Ribeiro
Quando uma pessoa começa a namorar sabe mais sobre si do que sobre o novo relacionamento, portanto namorar, além de levar o outro em consideração, é prestar atenção em si. Ficar atento as situações que possa desfrutar e se realizar, como também não deixar o passado interferir negativamente no novo. Com o passar do tempo acumula-se experiências, e muitas delas, deixam marcas que de alguma forma servem de referência para reflexões e expectativas. No entanto a pessoa que você começou a namorar não sabe, e por sua vez traz uma carga que você não tem ideia, mas vai conviver. Outro ponto importante é a administração da ansiedade de ambos no início do relacionamento, pois dependendo de como administrarem vão abrir espaço para se conhecerem de forma saudável ou botar a perder. Não tanto pela dimensão do que é feito, mas pela interpretação do que foi feito.

13 de junho de 2016

Reflexão sobre sexualidade


 Reflexão sobre sexualidade - Flávio Melo Ribeiro

Como psicólogo sou questionado sobre o comportamento humano e comumente se as crenças populares são verdadeiras. Dentre elas as referentes ao relacionamento amoroso e ao sexo estão entre as mais questionadas. Uma vez um jovem cliente me questionou o que ele poderia fazer para conquistar sexualmente sua namorada. Isto me motivou a fazer uma pequena pesquisa entre clientes e mulheres que participavam de grupos em quais coordenava e o questionamento era "o que a deixava mais propícia ao sexo junto ao seu companheiro?". Em resumo foi possível agrupar as respostas em três pontos:

6 de junho de 2016

Me sinto livre, posso casar?

 Me sinto livre, posso casar?
Liberdade é possibilidade de escolher. Na psicologia diz-se que a prova da liberdade é a angústia, pois é diante de uma escolha que implica nossa vida, que nos sentimos angustiado. E junto com a angústia vive-se o desamparo, pois nos sentimos inteiramente responsáveis pelo que escolhemos. Por mais que possamos pedir conselho, ler a respeito, escutarmos opiniões, somos nós que escolhemos e consequentemente nos comprometemos e nos responsabilizamos. Não vamos confundir angústia com ansiedade. A ansiedade está ligada a tentativa de economização do tempo, é o desejo que tudo se resolva o mais rápido possível. Sofre-se por esperar. Na angústia o sofrimento é por não saber qual opção será a melhor, ou mesmo reconhecer que o caminho tomado não apresenta o resultado desejado.

30 de maio de 2016

Cupido Brincalhão

 Cupido Brincalhão
Iniciei a semana lendo o seguinte post: Procura-se um cupido sério e responsável, porque o último que apareceu era muito brincalhão. Na hora eu ri, mas foi uma frase que me fez refletir: quem nos dias de hoje já não se deparou com um cupido brincalhão que nos fez “perder tempo” numa relação que não deu em nada. Mas antes de colocar a culpa no cupido é importante olhar para si e analisar as próprias escolhas, além dos comportamentos que podem estar diretamente ligado ao fato de não ter dado certo.

Que escolha você está fazendo para conhecer novas pessoas? Comece refletindo sobre os locais que frequenta, eles dizem muito do que você vai encontrar. Obvio que você não pode avaliar preconceituosamente, mas também não precisa se enganar dizendo que pode encontrar “a pessoa dos teus sonhos” em qualquer local, portanto use o bom senso. Observe os critérios que você utiliza para escolher. Procure ordenar esses critérios por ordem de importância, o que realmente importa num relacionamento, que sem ele não vale a pena seguir adiante. E se você não está encontrando essa pessoa, veja se é possível que ela frequenta os mesmos locais que você, caso contrário veja onde e passe a frequentar.

23 de maio de 2016

Case constantemente com a mesma pessoa

 Case constantemente com a mesma pessoa
Chega um dia em que o casal não quer mais se afastar. Percebe que o amor que os une faz surgir um desejo de construir algo mais do que o namoro oferece, querem compartilhar suas vidas num novo lar. Chega o momento que pensam constantemente em casar, uma decisão séria que implica a vida de várias pessoas no entorno do casal, além deles obviamente. Esse sentimento é vivido como para sempre, por isso que o casal troca as alianças, pois tem o intuito de juntos construir uma família, um lar e enfrentar as adversidades do mundo em conjunto. Percebem o quanto pode contar com o outro e vivem forte sentimento de complementariedade e união.

16 de maio de 2016

Porque a Rosa brigou com o Cravo?

 Porque a Rosa brigou com o Cravo?

A Rosa perguntou para o Cravo – “o que te incomoda tanto?” e o cravo respondeu – “as tuas críticas sobre mim.” – “Você queria conhecer a verdade” retrucou a Rosa e continuou, “ela vai te fazer crescer, mas antes vais sentir dor e sofrimento, pois existe duas formas de aprender: pensando ou sofrendo e você Cravo, adora aprender sofrendo. Após esse período de dor é que será possível haver crescimento. Portanto, enquanto você não tiver amadurecimento para crescer através das experiências alheias e da empatia, condição de se colocar na posição do outro, e perceber o mal ou bem que pode causar, é importante ter paciência para refletir sobre as dores causadas por suas insensatas ações.”

9 de maio de 2016

O outro nunca vem sozinho

 O outro nunca vem sozinho
Hoje pela manhã li a seguinte frase “muitos aprendem a beijar a pele, mas poucos são os que sabem beijar a alma”. Não é por acaso o quanto escuto que as pessoas estão cada vez menos se comprometendo nos relacionamentos, reclamam da solidão, mas não se preocupam em construir, querem o outro da forma como idealizam. O simples contato de sonhos individuais, por mais atração e satisfação física que exista, não produz um casal. É necessário enxergar com os olhos do outro, entender suas necessidades, seus desejos, para com sinceridade compartilhar e satisfazer.

2 de maio de 2016

Mãe, quando te vi...

 Mãe, quando te vi
Tenho dois meses de idade, não sei direito o que acontece ao meu redor, ainda me assusto facilmente, mas identifico uma mulher que me toca e passa um afeto muito grande. Não entendo o que diz, mas ela fala muito comigo. Percebo que ela está cansada, pois embora eu durma a maior parte do dia, acordo de hora em hora chorando e deixando a impressão de que não durmo.

Estou com cinco meses de vida e geralmente acordo exigindo atenção, ou espero ela me arrumar para molhar a roupa que ela cuidadosamente me vestiu. Mesmo assim ela é atenciosa e dela exala um amor muito grande, com ela me sinto seguro. Nos seus braços aprendi o que é aconchego.

18 de abril de 2016

Drogas e suicídio

 Drogas e Suicídio
Jovem com roupas da moda, fisionomia atraente, bem relacionado, levanta-se da poltrona, encaminha-se para sacada do oitavo andar e mantém olhar fixo no horizonte. As linhas de expressão do seu rosto estavam caídas e seus olhos viam, mas não enxergavam. Sua consciência estava focada nas imagens produzidas a partir da ingestão de “doce” (denominação dada ao LSD – droga alucinógena). As demais pessoas da festa não percebem nada de errado, e ele começa a sorrir ao ver um caminho luminoso a sua frente. Muito mais atraente do que acontece ao seu redor, sente-se atraído para se encaminhar até a música e as pessoas que se encontravam no final das luzes. Com calma, subiu numa cadeira deixada junto a mureta da sacada, posicionou o primeiro pé na mureta, colocou o segundo pé e deu um passo à frente. Foi nesse momento que sentiu um forte puxão no seu braço dado por um dos seus amigos, caiu no chão da sacada, machucou as costas e berrou enfurecido com quem o olhava. No outro dia, sóbrio relatou que em nenhum momento pensou em se matar, apenas iria andar pelo lindo caminho luminoso que enxergava, embora a lei da gravidade não leve isso em consideração.

11 de abril de 2016

Decepção amorosa e suicídio

 Decepção amorosa e suicídio - Flavio Melo Ribeiro
Essa é uma estória de ficção, mas baseada em diversos relatos de clientes. Se passa num shopping, cinco horas da tarde de uma sexta-feira, começa o movimento na praça de alimentação. E lá está uma jovem de 19 anos, pensativa e arrasada pelo término do seu namoro. Era a terceira vez que acontecia em menos de dois meses. Dessa vez o namorado despejou toda a culpa das desavenças em cima dela. Apontou o quanto ela era mimada, egocêntrica e exigia demais dele, e o fez com cruel frieza. Virou as costas e a deixou só no meio de uma multidão que não vê ninguém, apenas vitrine e seus próprio interesses.

8 de abril de 2016

Desesperança e Suicídio.

 Desesperança e Suicídio - Flavio Melo Ribeiro
Há um ditado popular que diz que a esperança é a última que morre, pois diante das dificuldades a pessoa não se deixa derrotar, tem a expectativa que aconteça algo favorável que possa “salva-la”. Em contrapartida a desesperança é a condenação prematura, toma-se como certo a derrota. É entrega da vida, as forças enfraquecem, as direções se perdem e não há mais razão para continuar.

24 de março de 2016

Diferenças: o elo entre as pessoas.


Diferenças: o elo ntre as pessoas - Flávio Melo Ribeiro
Numa tarde, alguns anos depois de formado, atendi três novos pacientes com o mesmo tipo de queixa “dificuldade de relacionar-se com os outros”, mas com problemas e origens diferentes. De certa forma um complementava o outro: o primeiro sofria pelo seu egocentrismo, outro pela solidão, que beirava a depressão e por fim, o terceiro por “enxergar pelo coração” as pessoas com quem se relacionava e acabava sendo incompreendido ou mesmo repreendido. Este último paciente, uma mulher de 23 anos tinha muito a ensinar aos demais, mas não se conheciam e não tinham ligação. Até começar a atendê-los não tinha ideia do quanto eles iriam possibilitar um novo direcionamento nos atendimentos.

11 de março de 2016

Depressão: momento de agir

Depressão: momento de agir
Num determinado dia ele acordou desanimado. Ao refletir sobre, se deu conta que estava sofrendo pressão no trabalho mais do que normalmente vivenciava; está afastado dos amigos; abandonou os esportes, e o pouco de lazer ficou comprometido devido à crise que vive no casamento. Ficou na cama por mais trinta minutos, até sentir que precisava levantar. Mesmo sem ânimo se arrumou, alimentou-se, no entanto sabia que sofreria no final do dia ao retornar para casa, pois significava que sua vida não mudou e sentiria o peso do fracasso. Cumprimentou mecanicamente sua esposa e saiu para trabalhar sem compartilhar com ela suas reflexões e angústias. No trajeto ao trabalho sonhava com uma mudança mágica, sem esforço e se possível sem assumir responsabilidades. Mas não adianta, na maior parte dessas situações é como trocar o pneu do carro com ele andando, pois não é possível parar o mundo.


4 de março de 2016

Uma mulher, um projeto, uma escolha

Uma mulher, um projeto, uma escolha - Flávio Melo Ribeiro
Numa tarde ensolarada, ela vem descendo a rua, com passos seguros, mostrando aos outros que sabe o que quer e para onde vai. Ao olhar o celular percebe que seu namorado a está ligando, com um sorriso no rosto o atende. Mas a primeira frase que escutou foi  - Onde você está? Estou escutando barulho, está na rua? Diante dos questionamentos desanimou e ficou fria. Mais uma crise de ciúmes! Não queria mais isso, já tinha esgotado todas as argumentações nas ocasiões anteriores. O comportamento enciumado do namorado explicitou a contradição de como é seu relacionamento e como gostaria de viver. Nessa mesma noite botou um ponto final no namoro.

12 de fevereiro de 2016

A Vida é uma Jornada Maravilhosa

A vida é uma jornada maravilhosa
A vida é uma jornada maravilhosa, permite sonhos e aventuras; possibilita tecer relações; amar, sofrer, aprender e ensinar. Mas é uma guerra que não se sai vivo, um dia você vai perder essa batalha, mas não vai ser hoje. Hoje é dia de luta e vitórias! Momento de arregaçar as mangas e construir algo significativo, talvez alguma coisa grandiosa que você ainda não se permitiu fazer. Hora de ser o arquiteto da sua própria vida, levando em consideração todo o projeto e não esquecendo de comemorar cada pequena vitória, pois é nesse processo que se reconhece o quanto é capaz de realizar seus sonhos.

5 de fevereiro de 2016

Vivam o amor

http://www.flaviomeloribeiro.com.br/2016/02/vivam-o-amor.html
A vida está aí, e cada um traça sua jornada através dos passos diários que aprendeu a dar. Neste caminho que se faz, é de responsabilidade de cada um o rumo que vai tomar. Essa trajetória é feita de ação, razão e emoção, e está última interfere diretamente nas duas anteriores. As vezes atrapalhando, noutras proporcionando agradáveis surpresas e no mais temperando e dando sentido à vida. Dentre as emoções a mais forte é o amor, e sem dúvida a que mais mexe com o coração do ser humano. Muitas vezes vem como fogo que queima e noutras vai como o vento que leva: traz aconchego e sofrimento, carinho e saudade, tesão e raiva. E não podemos esquecer que o amor também sofre interferência da ação e da razão. Juntos e misturados esses três elementos constituem a base da personalidade.

1 de fevereiro de 2016

Não mude a essência


Não mude a essência - Flavio Melo Ribeiro
Em todos esses anos como psicólogo clínico atendi pessoas que, ao começar um novo relacionamento amoroso, procuravam mudar para se moldar ao outro. E o faziam por gostar e ter medo de perdê-lo. Mas é muito difícil mudar a própria essência. As pessoas conseguem, na realidade, representar o que esperam delas. Mas essa imagem se desfaz com o tempo e a decepção toma lugar, fazendo todo o esforço ir por água abaixo. Pois o outro, ao decepcionar-se, tende a se afastar. No início, por estar ligado emocionalmente, não consegue ficar longe fisicamente, mas cria um afastamento afetivo. Pode estar no mesmo ambiente, mas não apresenta mais uma relação com o outro. Comumente diz-se que a relação “esfriou”. Logo ocorre o rompimento, o término do namoro.

22 de janeiro de 2016

Ciúme.

http://www.flaviomeloribeiro.com.br/2016/01/ciume.html
O ciúme aparece nas relações interpessoais de diversas formas e intensidade, o espectro vai desde algo “leve” ao patológico. Surge nas relações de amizade, amor, familiar, trabalho, entre outros. De qualquer forma, é fonte de sofrimento para si e para quem se relaciona. Com relação a gênero, é comum os homens sentirem ciúmes quando há possibilidade de a parceira relacionar-se sexualmente com outro homem. As mulheres, geralmente, sofrem ao considerar que seu parceiro possa ter um sentimento, uma paixão para com outra mulher. Esse artigo aborda o ciúme na relação amorosa.

15 de janeiro de 2016

Manter o foco

Semana passada foi postado o artigo “O Sonho e O Planejamento”, em que foram mostradas as principais diferenças entre quem faz e quem constrói. Uma das diferença é manter o foco para construir. Mas como fazer isso? Visto que o comum é perder o foco diante das situações urgentes que surgem no dia-a-dia durante o ano, existem alguns cuidados que ajudam, e muito, a realizar o que foi planejado.

A primeira ação necessária é definir um objetivo que seja significativo, algo em que realmente a pessoa quer estar no futuro. Portanto, separe o que é desejo seu dos de quem está contigo. Você não conseguirá manter o foco diante das dificuldades se o projeto é do outro. Esse objetivo precisa ser definido no cérebro, mas sentido no coração. A pessoa precisa sentir-se envolvida em seu projeto.

8 de janeiro de 2016

O Sonho e o Planejamento


O Sonho e o Planejamento - Flávio Melo Ribeiro
O sonho é o desejo de que algo se realize. Planejamento é o delineamento de como alcançar esse desejo e concretizar a realização. Isso explica porque a maior parte das pessoas não realiza os sonhos idealizados no réveillon. Leia o artigo “Os otimistas do ano novo”. A maior parte das pessoas não ultrapassa o sonho para o planejamento e, não o escrevendo, a possibilidade de fracasso é enorme.

Os Otimistas do Ano Novo

Os Otimistas do Ano Novo - Flávio Melo Ribeiro
O réveillon, mais do que a noite da virada do ano, é um símbolo de renovação. Não é uma noite como as outras, as pessoas a tomam como um recomeço, um período em que podem iniciar novos projetos. Isso tudo com muita alegria, regada a espumantes e confraternizações com familiares e amigos. Uma noite mágica, pois embora o tempo não pare, a contagem do tempo em forma de ano possibilitou ao ser humano vivenciar ciclos de 365 dias, criando a esperança da mudança.

Os Depressivos do Natal

O Natal movimenta toda a sociedade: o comércio aumenta, as viagens se intensificam, as confraternizações de fim de ano se misturam e principalmente as famílias se reúnem. Sem dúvida o Natal se caracteriza por comemorar o nascimento de Cristo no seio familiar e essa reunião faz pessoas viajarem centenas de quilômetros para se encontrar. Porém, nem todos os membros familiares mantêm laços fraternos entre si. Algumas famílias transpiram alegria ao se reunirem, mas reúnem desafetos que não se falam durante o ano. Para uma minoria, mas nem por isso raro, a expectativa de voltar a falar com quem não gostam chega a gerar depressão. A estes denomino “depressivos do Natal”.
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