18 de abril de 2016

Drogas e suicídio

 Drogas e Suicídio
Jovem com roupas da moda, fisionomia atraente, bem relacionado, levanta-se da poltrona, encaminha-se para sacada do oitavo andar e mantém olhar fixo no horizonte. As linhas de expressão do seu rosto estavam caídas e seus olhos viam, mas não enxergavam. Sua consciência estava focada nas imagens produzidas a partir da ingestão de “doce” (denominação dada ao LSD – droga alucinógena). As demais pessoas da festa não percebem nada de errado, e ele começa a sorrir ao ver um caminho luminoso a sua frente. Muito mais atraente do que acontece ao seu redor, sente-se atraído para se encaminhar até a música e as pessoas que se encontravam no final das luzes. Com calma, subiu numa cadeira deixada junto a mureta da sacada, posicionou o primeiro pé na mureta, colocou o segundo pé e deu um passo à frente. Foi nesse momento que sentiu um forte puxão no seu braço dado por um dos seus amigos, caiu no chão da sacada, machucou as costas e berrou enfurecido com quem o olhava. No outro dia, sóbrio relatou que em nenhum momento pensou em se matar, apenas iria andar pelo lindo caminho luminoso que enxergava, embora a lei da gravidade não leve isso em consideração.

11 de abril de 2016

Decepção amorosa e suicídio

 Decepção amorosa e suicídio - Flavio Melo Ribeiro
Essa é uma estória de ficção, mas baseada em diversos relatos de clientes. Se passa num shopping, cinco horas da tarde de uma sexta-feira, começa o movimento na praça de alimentação. E lá está uma jovem de 19 anos, pensativa e arrasada pelo término do seu namoro. Era a terceira vez que acontecia em menos de dois meses. Dessa vez o namorado despejou toda a culpa das desavenças em cima dela. Apontou o quanto ela era mimada, egocêntrica e exigia demais dele, e o fez com cruel frieza. Virou as costas e a deixou só no meio de uma multidão que não vê ninguém, apenas vitrine e seus próprio interesses.

8 de abril de 2016

Desesperança e Suicídio.

 Desesperança e Suicídio - Flavio Melo Ribeiro
Há um ditado popular que diz que a esperança é a última que morre, pois diante das dificuldades a pessoa não se deixa derrotar, tem a expectativa que aconteça algo favorável que possa “salva-la”. Em contrapartida a desesperança é a condenação prematura, toma-se como certo a derrota. É entrega da vida, as forças enfraquecem, as direções se perdem e não há mais razão para continuar.
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