29 de novembro de 2016

Projeto Interrompido.

 Projeto Interrompido
Numa tragédia como essa do time da Chapecoense, que num instante dizimou um grupo de jogadores, juntamente com jornalistas que cobririam a final da Copa Sul-Americana, o que dizer aos familiares que ficam e se questionam o porquê? Como conviver com essa dor? A morte interrompeu os projetos de quem estava na aeronave, bem como dos familiares e de toda uma torcida que se identificava com o time, sua postura, sua garra; que pelas vitórias inspirava muita gente nas suas conquistas pessoais e profissionais. O futebol não é apenas um esporte, é uma batalha travada num campo delimitado, que representa uma guerra e transmite euforia, angustia e tristeza, todas misturadas. Não é apenas um esporte, é uma emoção que transborda e ultrapassa as fronteiras do campo, refletindo no dia-a-dia do torcedor.

21 de novembro de 2016

O Nascimento Existencial.

 O Nascimento Existencial.
Os estudos longitudinais da personalidade, os que acompanham as crianças desde o nascimento por vários anos, apontam às seguintes características: para entende-las com facilidade vamos seguir o exemplo de gêmeos.

Esses estudos perceberam diferenças de comportamento entre as crianças. Às vezes uma é alegre e vive sorrindo; a outra é séria e pouco se relaciona. Essas características são constitutivas da própria criança e influenciam o próximo passo.


7 de novembro de 2016

Escolha Profissional.

 Escolha Profissional
A psicologia apresenta várias atividades, dentre elas a Orientação Profissional. Esta é voltada para orientar pessoas, principalmente jovens, na sua escolha diante das diversas profissões. Busca alinhar as características pessoais, seu projeto de vida com as das profissões e suas possibilidades, identificando possível realização pessoal no futuro.

1 de novembro de 2016

Ansiedade e a sexualidade feminina

 Ansiedade e sexualidade feminina
No artigo da semana passada vimos o quanto o medo e consequentemente a ansiedade atrapalham a plena vida sexual dos homens e agora vemos como isso ocorre nas mulheres. Primeiramente é importante identificar que hoje em dia existem mulheres de diversas faixas etárias convivendo em conjunto, porém com educações e experiências de vidas diferentes, mas que influenciam nas suas respectivas personalidade. Por exemplo, uma mulher com 65 anos de idade, nasceu na década de 50 do século XX, e caso tenha sido numa cidade do interior, esta provavelmente não tinha asfalto nas estradas que ligavam aos grandes centros urbanos, contribuindo dessa forma que sua educação ficasse restrita a sua comunidade. E também não teve televisão na sua infância e as morais vigentes eram bastante rígidas. Uma mulher dos seus 45 anos já nasceu na década de 70 do século XX, pós movimento hippie e da liberdade sexual, mas ainda com valores de repressão a sexualidade feminina na maior parte da sociedade. Já as mulheres com seus atuais 20 anos, já foram criadas por pais que desejaram e viveram uma maior liberdade sexual e não querem reprimir seus filhos. Consideram normal as filhas se relacionarem sexualmente. Preocupam-se com possível violência, promiscuidade, doenças e controle de natalidade, mas não mais uma proibição do relacionamento sexual.

Com essas informações prévias podemos entrar no assunto da ansiedade e sexualidade feminina. Como a educação e vivência influenciam diretamente a decisão e a emoção sentida, as novas experiências sofrerão um “preconceito”. Tanto que escuto de mulheres na faixa dos seus cinquenta anos, recém separaram de um relacionamento que iniciou na juventude e com experiência sexual de um único parceiro, que se sentiram virgens quando reiniciaram suas vivências sexuais. Relatam que viveram experiências até então novas que não sabiam como se posicionar e agir. E nesse período transitório sentiam ansiedade e consideravam que não corresponderiam ao parceiro. Mas depois de vivenciarem diversos parceiros, passaram a sentir-se “experientes” e a ansiedade sumiu.

Quanto mais aberta é a educação e consequentemente o número de informações, bem como a diminuição de preconceitos quanto a mulher viver sua sexualidade, menor é o número de queixa quanto viver ansiedade diante do ato sexual.


Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449


A Viver – Atividades em Psicologia desenvolveu programas psicoterapêuticos que possibilitam ser trabalhados em grupos e individual.
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