27 de março de 2017

8ª lição - Como conquistar um grande amor – Orgulho

 8ª lição
Existem três características básicas na formação da personalidade, são elas: Medo, Vergonha e Orgulho. Quem tem contato com crianças percebe isto facilmente. E por serem constitutivas da personalidade, elas acompanham a pessoa por toda a vida. O orgulho é a capacidade de a pessoa delimitar determinadas ações ou situações nas quais ela se reconhece capaz, quer dizer, fica orgulhosa de uma vitória, de algo difícil que conquistou ou adquiriu etc. Isto contribui para a pessoa se sentir segura no que faz e merecedora de algo. No amor é prazeroso apresentar quem estamos nos relacionando aos amigos e familiares quando sentimos orgulho dela. Imagine o inverso, ter vergonha de apresentar aos seus amigos quem você se relaciona, ou mesmo ter medo de apresentar porque não sabe como ela irá agir. Se isso ocorresse você não se questionaria: o que estou fazendo do lado dessa pessoa?

E agora faça o exercício de se colocar no ponto de vista de quem você se relaciona, perceba qual a visão que ela tem de você. Tem orgulho, vergonha ou medo? Quais suas ações para ela ter a visão que você acha que ela tem de você? Gostaria que ela tivesse orgulho de você? O que tem feito para isso ocorrer? Só cabe a você mudar sua própria imagem diante do outro, caso não esteja satisfeito. Isto é importante porque é comum dizer que a paixão dura um tempo, meses, anos, mas acaba. Mas por que acaba? Um dos motivos é a perda do orgulho que se tinha do outro. Tanto é assim que o inverso é verdadeiro, quando se tem orgulho de namorar determinada pessoa é porque o desejo de conquistá-la se mantem presente.

Caso você nunca tenha pensado sobre esse assunto, saiba que não é o único. É comum as pessoas não pararem para identificar o que tem de bom e mesmo o que tem de orgulho de si, pois é pregado que não é bom ser orgulhoso e toma-se a humildade como o inverso do orgulho, e que um é impeditivo do outro. Mas não é bem assim. O ideal é a pessoa viver o orgulho das suas vitórias, ao mesmo tempo que é humilde para reconhecer seus erros e corrigi-los. Portanto orgulho e humildade podem conviver harmonicamente juntos. Não confundir com o excesso de orgulho, vivido como arrogância, prepotência, que realmente são impeditivas da convivência com a humildade.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449


A Viver – Atividades em Psicologia desenvolveu programas psicoterapêuticos que possibilitam ser trabalhados em grupos e individual.
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20 de março de 2017

7ª lição Como conquistar um grande amor - Entrega

 7ª lição
Ao buscar conquistar um grande amor você já pode ter demonstrado iniciativa e criatividade, mas é preciso entregar o que planejou. A capacidade de planejar e realizar faz a pessoa construir algo sólido para a sua vida, e passa a ser reconhecida como alguém capaz, e isso motiva a fazer mais. Por fim, isto gera orgulho no outro, por estar com alguém que pode contar e confiar sua vida. Importante entender o termo “entrega” nos pequenos e grandes empreendimentos, isto significa a pessoa cumprir o que prometeu, bem como, diante das dificuldades, ser alguém com quem se possa contar. É fazer o que foi solicitado, como por exemplo comprar algo no supermercado, planejar e organizar uma viagem, ou mesmo uma tarefa maior como uma aquisição de algo caro. Falo isso porque percebo as pessoas planejando, mas por não terem persistência e possuírem dificuldade de manter o foco no que realizam, consequentemente não terminam o que iniciam e, portanto, não entregam. Essa atitude no decorrer da relação é prejudicial, pois levanta expectativa de que o casal vai fazer determinada atividade, ou adquirir algo, e isto não ocorre. E o acúmulo de decepções faz perder a admiração.

Numa relação de longo prazo, apresentar a característica de entregar o que promete faz a relação ficar leve, pois se demonstra efetividade e se aponta a possibilidade de dividir as tarefas e responsabilidades cotidianas. Essa característica é válida tanto na relação a dois, quanto na relação profissional, visto que as atividades do trabalho refletem tanto na organização da casa, como na postura pessoal. É muito gostoso organizar uma festa, um passeio, ou mesmo uma tarefa mais complexa com alguém que você sabe que pode contar e não vai lhe deixar na mão. Atendendo casais, percebo que muitos relacionamentos estão alicerçados apenas em um deles. O outro até dá ideias, mas a pessoa que é mais efetiva já toma como mais uma tarefa que irá realizar, e se isso for um acúmulo, pode se transformar num fardo.

Procure verificar como está sua relação: as entregas estão divididas ou pertencem mais a um? Caso seja você que está fazendo a maior parte das entregas e gostaria da participação do outro, tome alguns cuidados antes de conversar. Primeiro perceba por que o outro não está construindo essas entregas, se é porque não quer fazer ou já está tão sobrecarregado por atividades do dia-a-dia da família que não é possível fazer mais nada. Não cobre quando não cabe. Mas se identificar que cabe sim ao outro também construir e entregar atividades para a relação, converse e procure ajudar em vez de simplesmente cobrar. Lembre-se que é a pessoa a qual você escolheu para dividir sua vida que você irá cobrar. Mas caso seja você que está entregando menos, não espere a outra pessoa cobrar, tome a iniciativa de conversar e reconhecer a situação e comece a fazer o que é necessário. Caso não saiba como iniciar, peça ajuda, porém é fundamental cumprir o que prometer.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449


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17 de março de 2017

6ª lição - Como conquistar um grande amor - Planejamento

6ª lição - Como conquistar um grande amor - Planejamento
Conquistar um grande amor é fazê-lo diariamente e, quando possível, fazer algo grande para demarcar, comemorar, festejar esse amor; pode ser uma viagem, uma festa, algo que seja significativo ao casal. Porém é importante que isso não seja maior do que a relação e acabe afetando negativamente. Mais importante que algo grande são as inúmeras pequenas ações de carinho e atenção, que possam ser feitas diariamente. No entanto, realizar algo grande pode ser dispendioso, difícil e talvez não esteja nas suas atuais condições; por isso é importante planejar. E isso não significa sacrificar o prazer de estar com outro, nem privar determinados gastos financeiros para viver pequenos momentos prazerosos.

15 de março de 2017

5º lição - Como conquistar um grande amor - Vontade

 5ª lição
Aqui está mais um artigo da série “COMO CONQUISTAR UM GRANDE AMOR”. Hoje escreverei sobre vontade, garra, tesão de realizar as atividades, tanto sozinho quanto em casal. Anteriormente tratei do compromisso, ética, iniciativa e criatividade. Todos pontos importantes para conquistar e manter um bom relacionamento. Porém aqui vou um pouco mais a fundo. Pois percebo que há pessoas que, por serem estudadas e/ou terem um maior conhecimento da vida, sabem da importância de tomar iniciativa, mas é comum fazerem sem cuidado e sem o prazer de estar realizando. E essa falta de tesão é sentido pelo outro. Parece que está fazendo como se fosse um favor, e me refiro a qualquer coisa, desde afazeres da casa, um passeio, preparar uma comida ou mesmo ao fazer sexo. O que falta: vontade. Vontade de construir, de viver o prazer de concluir e de entregar. Falta orgulho de si, das conquistas, de se dar o direito de ter prazer.

1 de março de 2017

4ª lição - Como conquistar um grande amor - Criatividade

 4ª lição
Nessa sequência de artigos de como conquistar um grande amor, já abordei a necessidade de haver comprometimento, ser ético, ter iniciativa, e hoje vou abordar a importância de ser criativo no amor. No início de um namoro é fácil ser criativo, pois o casal está se conhecendo e a forma como se apresenta já é algo novo; porém quando se trata de um relacionamento de longo prazo, espera-se que a pessoa com quem se está relacionando evolua, aprenda novas coisas e surpreenda. Isso não significa fazer coisas grandiosas o tempo todo, mas não repetir as mesmas brincadeiras e piadas de vinte anos atrás. Até porque ninguém mais aguenta, apenas quem conta a piada não se dá conta. O mesmo vale para o sexo, lazer, passeios, restaurantes etc.

Nada mais enfadonho que fazer as mesmas coisas sempre e da mesma forma, talvez quem é novo ou tenha apenas experiências de curto prazo não entenda. Porém basta fazer uma correlação com a escola, imagine que você foi reprovado na sexta série do ensino fundamental, e foi obrigado a repeti-la até hoje. Você já sabe o que vai ocorrer, a sequência das matérias, as exigências e brincadeiras dos professores. Isto porque nessa série havia diversos professores, mas imagine que é só um. Qual o ânimo de ir para aula? Por mais que goste das matérias, chega uma hora que quer algo diferente, novo. Uns podem até pensar: a saída é ir trocando de parceiro; a resposta é: não há necessidade, mas é importante as pessoas buscarem novos interesses, conhecerem novos lugares, buscarem novas atividades, bem como estudar e se aprofundar em algo que lhes interessa.

Um facilitador para desenvolver a criatividade enquanto casal é conversar bastante a respeito do que gostariam de fazer e nunca fizeram. Identificar quais os projetos de ambos, perceber o que é bom e interessa aos dois. Mas também desenvolver atividades sozinhos, para ter o que conversar de novidade um com o outro. Também é válido fazer as mesmas atividades em ambientes que não conheçam, por exemplo, gostam de ir à praia juntos, busquem conhecer praias que nunca foram. No entanto, é possível o casal escolher algumas atividades para fazer da mesma forma até o fim da vida, pois algumas coisas são boas, continuarão boas e bom mesmo é fazer dessa forma sempre. Mas isto é válido para algumas atividades, no restante evolua. Assista ao vídeo com esse mesmo título no canal de Youtube para buscar dicas e sugestões de como melhorar a sexualidade, lazer e atividades individuais. Acesse o canal do YouTube Flávio Melo Ribeiro.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
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