1 de novembro de 2017

Psicólogo, não preciso desse profissional.

 Psicologo, não preciso desse profissional
Artigo passado frisei a importância de a pessoa buscar o corpo que se sente bem e saudável, e não o corpo que os outros acham que deveria ter. Porem, mesmo a pessoa tendo se desvinculado das opiniões alheias, não é fácil mudar hábitos alimentares de uma hora para outra, e quando isso for difícil é o momento de procurar ajuda profissional. Você pode procurar um nutricionista ou um médico para lhe prescrever uma dieta e procurar um educador físico para lhe acompanhar na atividade física. Porém muitos se esquecem de procurar um psicólogo para lhes ajudar a mudar os pensamentos ansiosos que os fizeram partir para a gula, os pensamentos que boicotam a mudança dos hábitos alimentares e, principalmente, criar pensamentos que lhes permitam manter-se no foco de uma dieta e atividade física.


Quem nunca resolveu mudar algo em sua vida, definiu objetivos, traçou metas e iniciou o processo cheio de gás, com toda energia possível, mas ao passar três semanas já estava desanimado, ou já não desistiu do planejado? Mas porque isso? Porque não basta ter a melhor dieta para emagrecimento, nem o melhor programa de atividade física para queimar calorias, se a pessoa não manter o foco no que deseja fazer. E a manutenção do foco requer disciplina e, principalmente, uma mudança nos pensamentos e valores que a pessoa traz em sua personalidade. Mesmo sabendo disso é comum não procurar um psicólogo para resolver esse problema.

“Psicólogo? Coisa de louco!!! Eu não sou louco. Só desisto do que faço, tenho dificuldade de manter foco nas minhas atividades e por anos não saio do lugar. Mas Psicólogo, acho que não preciso.” Esse tipo de reflexão ainda é bastante comum nos dias de hoje. E infelizmente as pessoas, por preconceito, não procuram um profissional adequado para resolver seus problemas, agravando mais a situação.

A maneira de pensar influencia muito na forma de agir e na constituição dos valores, nas verdades que a pessoa toma para si e que lhe ajudam a fazer suas escolhas no mundo. Por exemplo, tem pessoas que são derrotistas e dizem para si mesmas que não conseguem, que as atividades são difíceis e que por isso não vão alcançar. Essa forma de pensar faz a pessoa desistir facilmente dos seus projetos e, ao mesmo tempo, lhe dá a desculpa perfeita para não se sentir culpada. “Não é que eu desisti, é que não era para mim”. Pronto, está tudo resolvido e sem culpa; o único problema é que, na realidade, ficar na mesma situação não resolve nada, e na maioria das vezes piora.

O tripé Psicólogo, nutricionista e educador físico, é fundamental para o acompanhamento de alguém que busca uma transformação no seu corpo.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449


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